De São Paulo para Nova York, sem pressa..
Eu sou daquelas que vive a viagem inteira, do começo ao fim: o planejamento, os roteiros anotados, a mala feita e refeita, a contagem regressiva. Cada etapa…

Eu sou daquelas que vive a viagem inteira, do começo ao fim: o planejamento, os roteiros anotados, a mala feita e refeita, a contagem regressiva. Cada etapa tem o seu encanto, e eu me entrego a todas elas.
Entre o caos e a leveza
Sou empresária e moro em São Paulo. Ou seja, correria, caos e trânsito fazem parte do meu dia a dia. Cidade grande não me intimida; intensidade, para mim, é território conhecido. Talvez por isso mesmo, quando viajo, eu procure o contrário: quero leveza, quero conforto, quero viver sem pressa.
Um destino inesperado
E eu amo viajar. Sempre amei, para qualquer canto do mundo. Mas foi em Nova York que aconteceu uma coisa que eu não esperava.
O cartão-postal ficou para trás
Eu já conhecia a cidade, a Nova York dos cartões postais, dos prédios que não cabem na foto, do Central Park, das luzes da Times Square. Aquela que todo mundo conhece, apressada, imensa, elétrica. Só que, de uns anos para cá, comecei a descobrir uma outra Nova York. Uma cidade que, de longe, parece fria e acelerada, mas que pode ser surpreendentemente acolhedora quando você aprende a vivê-la de outro jeito.
Onde moram os encontros
Desde então, a minha experiência por lá se aprimorou em muito. Fiz amigos em Nova York. E descobri que o que realmente faz a diferença numa cidade são os encontros humanos. Foram eles que passaram a dar mais intensidade e emoção às minhas viagens.
A sensação de estar em casa
Me sinto totalmente amparada e acolhida em cada visita. Parece que estou em casa. É curioso: saio da correria de São Paulo e encontro paz justamente na cidade que nunca dorme. Deixei de gastar energia com preocupações e passei a gastar com o que interessa: viver Nova York, com calma, com prazer, nos mínimos detalhes.
Novos olhares a cada retorno
A cada visita, tenho um olhar diferente sobre Nova York e sempre conheço uma parte ainda mais interessante do que a anterior. Hoje, se me perguntassem qual foi a melhor experiência, eu não saberia responder: foram todas excelentes.
Foi amor à primeira descoberta
E confesso: depois que passei a conhecer Nova York desta forma, não consigo mais ir para outro lugar. A cidade me ganhou de vez.
Um convite para olhar diferente
Nesta coluna, quero dividir com vocês essas experiências, os passeios, as descobertas, os cantinhos que ganharam outro sabor e o que fui aprendendo ao longo do caminho sobre a arte de viajar bem. Porque Nova York, eu garanto, fica ainda melhor quando você se sente em casa.
Até a próxima!
